
O nada tem uma descrição curiosa: “...”
Nem se pode acrescentar nada ao nada, nem tirar nada do nada e, já se sabe, nada é para sempre.
Contudo, se o nada é um infinito de nada, como pode não ser dimensionalmente infinito, nem durar para sempre? Pois se reduzo o nada a uma finitude, a uma limitação, então não é o NADA, será alguma coisa, mesmo que pequenina e poucochinha, mas ALGO e algo não é nada nem pouco, pois se todo o Universo coube num núcleo de Hidrogénio, nos primeiros instantes após o Big Bang, então tudo cabia em nada, bem não era bem nada, pouca coisa mas mesmo assim imensamente denso, energético e, com o desenrolar do tempo, muuuuuito grande, enormíssimo mas, e ainda assim, não infinito.
Donde se pode concluir que o espaço é limitado entre o mínimo e o enorme, mas não infinito num sentido ou outro.
Ah... e isso para dizer o quê? NADA J
Sorry about that!
2 comentários:
no fundo não foi nada, mas uma simples reflexão sobre o nada :) miu*
no fundo não foi nada, mas uma simples reflexão sobre o nada :) miu*
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