quarta-feira, junho 29, 2011

O nada tem uma descrição curiosa: “...”

Nem se pode acrescentar nada ao nada, nem tirar nada do nada e, já se sabe, nada é para sempre.

Contudo, se o nada é um infinito de nada, como pode não ser dimensionalmente infinito, nem durar para sempre? Pois se reduzo o nada a uma finitude, a uma limitação, então não é o NADA, será alguma coisa, mesmo que pequenina e poucochinha, mas ALGO e algo não é nada nem pouco, pois se todo o Universo coube num núcleo de Hidrogénio, nos primeiros instantes após o Big Bang, então tudo cabia em nada, bem não era bem nada, pouca coisa mas mesmo assim imensamente denso, energético e, com o desenrolar do tempo, muuuuuito grande, enormíssimo mas, e ainda assim, não infinito.

Donde se pode concluir que o espaço é limitado entre o mínimo e o enorme, mas não infinito num sentido ou outro.

Ah... e isso para dizer o quê? NADA J

Sorry about that!

2 comentários:

concha's disse...

no fundo não foi nada, mas uma simples reflexão sobre o nada :) miu*

concha's disse...

no fundo não foi nada, mas uma simples reflexão sobre o nada :) miu*